segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Lhes de um pouco de coragem.
Que vida quase toda,
Só meia dose a mais!
Quase não é uma vida,
Pode até ser uma família,
Mas há um quarto vago
Há um clarão, rápido e distante,
Que avista-se, num tufão breve
Pode até ser amor, e me deitar
Me carregar...
Numa brisa fresca e suave
Que tem aroma de primavera de paixões...
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Eu só faço de desperpecebido,
E não vejo a margem,
Das ilusões que nos leva,
Que me leva...
Os dias somente nos trás
E nesse vaivém
Você me arrasta contigo!
Que censura é essa com tua distância?!
Você fala;
Nada com nada,
Sem qualquer concordância
E nesse vaivém me arrasta contigo
Pra ver-mos o sol
Perseguindo a vida,
Sol que nos trás,
Que nos junta,
Que me leva...
Que levada que é você,
Me levar assim?!
E que leveza há entre nós...
Eu só quero pular nesse mar
De sal e mar
De (...)
PS: Essa é pra ela, que me faz sentir profundamente a doçura e leveza da vida, ela nem deve saber disso aqui.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
A beleza prende, evacua aos que não estão enraizados de todo com a terra, com suas fraquezas, é como prender-se do lado de fora das grades, e nunca ter a curiosidade de transpô-las. Foi com essa vaidade permanente, que descobri a inquietude e aspereza do amor, a incerteza me conduziu ao dia que a distância dos lábios dela se tornara mínimo, irrelevante, e com a mesma inquietação que entrei pelo esgoto fraterno que é o amor, continuei a vagar errante pela vida. Assim, senti aquela ligação invisível... quase obscena. O que trai meu discurso é o paradoxo que o amor nos impõe, a interiorização que é secreta, e aquela vontade de expurgar, vomitar nossos anseios. É de gritar-me até que o ódio me ouça e me venha sem recatos, assim como o amor me veio
